abril 17, 2013

Os Tucanos Paulistas
RACHAM o PSDB!!!


PSDB Paulista continua dividido: Grupo do Alckmin e Grupo do Serra!
A história começa assim:
1) o Serra era governador de São Paulo e o Geraldo Alckmin (ligado ao grupo do ex-governador Mário Covas) foi candidato do PSDB a Prefeito da Capital. O Serra apoiou a candidatura do Gilberto Kassab que era candidato do DEM. Traição partidária. O candidato do governador Serra ganhou. E terá a tarefa de fundar um “partido-estepe”, o PSD;

2) o Geraldo Alckmin, derrotado, após algum tempo, aceitou ser Secretário de Desenvolvimento do Estado, convidado por Serra. O objetivo era pacificar o grupo do Covas/Alckmin para apoiar Serra na disputa da presidência da república. Geraldo Alckmin saiu candidato a governador de São Paulo e Serra foi candidato a Presidente da República. Traição partidária. Consta que Serra só seria eleito se tivesse uma grande vitória em São Paulo. Não teve. Foi derrotado;

3) Aparentemente com o apoio do governador Geraldo Alckmin, Serra saiu candidato a Prefeito de São Paulo, em 2012. Traição partidária. O governador Alckmin fez corpo mole (põe mole nisso!) e Serra foi derrotado pelo novato candidato do PT, Fernando Haddad.
RESUMO DA ÓPERA:
Os traíras tucanos pertencem aos dois grupos que estão enterrando o PSDB paulista e, portanto, o PSDB nacional.
Com isso, praticamente está selada a saída de José Serra para um novo partido (PPS + PMN) que somará com o PSD do Kassab, inviabilizando a REELEIÇÃO de Geraldo Alckmin.
SERRA, ao que consta será candidato a governador CONTRA Geraldo Alckmin. E não interessa quem terá mais votos, os DOIS SERÃO DERROTADOS. O PT deverá eleger o futuro governador.
A SURPRESA: a candidatura de Serra será com o objetivo de inviabilizar a REELEIÇÃO de Geraldo Alckmin, mas – muito mais IMPORTANTE!SERVIRÁ PARA DAR SUSTENTAÇÃO À CANDIDATURA PRESIDENCIAL DE EDUARDO CAMPOS!
Com ampla base no norte e no nordeste, o atual governador de Pernambuco PRECISA contar com amplo apoio do sudeste e no sul. Com isso, a reeleição da presidenta Dilma corre sério risco e as chances de Eduardo Campos sobem bastante.
ex-deputado estadual Milton Flávio é médico e professor da UNESP/Botucatu. Atualmente trabalha na Secretária de Energia.

Então a notícia abaixo, da traição na disputa da direção partidária, passa a ser a DESCULPA que Serra precisava para seguir seu novo caminho. O eleito para presidir o PSDB da Capital é o médico e ex-deputado Milton Flávio, ligado ao secretário José Aníbal que é seu superior na secretaria de energia.
Simples assim!
O PSDB caminha para seu final melancólico e traíra!
Serrista perde eleição para presidir PSDB de SP.
Folha de São Paulo - 17/04/2013
“Após votação tumultuada, o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) retirou sua candidatura à presidência do PSDB de São Paulo acusando três secretários de Estado tucanos de terem usado a máquina do governo Geraldo Alckmin para influenciar o resultado da disputa e derrotá-lo.
Aliados de Matarazzo disseram temer uma debandada da sigla na capital, a exemplo do que houve em 2011, quando seis vereadores trocaram o PSDB pelo PSD, do ex-prefeito Gilberto Kassab.
vereador Andrea Matarazzo (PSDB)

O possível abrigo dos descontentes, agora, seria o partido que resultará da fusão do PPS com o PMN. Matarazzo é aliado e amigo do ex-governador José Serra, que foi convidado e estuda migrar para a nova sigla.
“Me preparei para disputar com um candidato, mas enfrentei três secretarias de Estado, com todo o poder delas. Aí, obviamente, perco com orgulho”, disse Matarazzo numa referência aos secretários José Aníbal (Energia), Bruno Covas (Meio Ambiente) e Julio Semeghini (Planejamento
Covas e Aníbal se uniram para montar uma candidatura alternativa à de Andrea. O nome escolhido foi o do ex-deputado Milton Flávio, que é subordinado a Aníbal na Secretaria de Energia.
Os dois secretários e Matarazzo almejam disputar a Prefeitura de São Paulo em 2016, o que ampliou a hostilidade na votação do PSDB.
Com a desistência de Andrea, Flávio foi eleito por aclamação. "Reconheço a vitória do Milton Flávio e a do Aníbal, que foi quem de fato ganhou" afirmou Matarazzo.
Procurado, Aníbal disse que a fala do vereador reflete uma "visão torta" da sigla "Ganhou a militância."
Semeghini, que é o atual presidente da sigla, foi quem conduziu as negociações. Ele, Covas e Matarazzo chegaram a fechar acordo em torno da eleição de Andrea, negociando os demais cargos da executiva. O vereador afirma esse acordo foi quebrado.
"Eu fui derrotado junto com o Andrea. Não acredito que estivesse se referindo a mim", disse Semeghini. "O Semeghini não está comigo em nada. Nem na vitória, nem na derrota", devolveu Matarazzo.”
  • PSDB: Autofagia da Tucanada.../Leia aqui
  • Assembléia Paulista e a Caixa de Pandora!/Leia aqui
  • O Neto Genérico e o Governador Marcha Lenta!/Leia aqui
  • Os Traíras de São Paulo/Leia aqui
  • São Paulo: “Non Ducor, Duco!”/Leia aqui
  • José Serra vem aí – Tchau PSDB ingrato!/Leia aqui

14 comentários:

Anônimo disse...

Ui,ui,ui...Saiu pena para todos os lados. Para presidente do PSDB da Capital pegaram um tucano do interior (Birigui), o Milton Flávio contra o paulistano e vereador mais votado na capital, o Andrea Matarazzo.
É a revolta do 2º time do PSDB: aquele pessoal que nunca esteve no topo e nunca foi escolhido pra nada.
E deram o motivo que o Serra estava esperando para sair do PSDB... Etâ gente confusa... Do que serve um PSDB sem base e sem futuro?
(bastosgustavo@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Não é porque o Geraldo Alckmin tem o apelido de “sorvete de chuchu” que ele é o MAIOR PÉ FRIO da política paulista. Já perdeu a prefeitura para a Marta e também para o Kassab, já perdeu a presidência para o Lula e, agora, vai perder o governo de São Paulo, sendo derrotado na reeleição.
Também, só tem “almofadinha” na sua equipe.Esse pessoal não tem voto...Vá ser “gelado” assim lá em Pindamonhangaba!
(haroldo.leao@hotmail.com)

Anônimo disse...

O Serra quer tudo para ele. Só eu, só eu, só eu...
Agora, vive de amores com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos e com o chefão PPS, o deputado por São Paulo, Roberto freire que é Pernambucano! Vige d’us!
O Geraldo Alckmin que se cuide...Como ele deu o CDHU para um indicado do Maluf, pode ser que o Maluf arrume um lugar para ele no PP...kkkkkk
(danilo-gomes40@live.com)

Anônimo disse...

O Lula está soltando rojão. Com esse “imbróglio” da tucanada de São Paulo, mais uma vez o “cavalo está passando” arreado e ele poderá indicar e eleger o seu 3º Poste!!!
Sim, o PT terá um candidato a governador de São Paulo ainda NÃO queimado e que poderá, pela primeira vez, conquistar o Governo de São Paulo. O sonho de Lula de “tomar conta” do Estado de São Paulo será realidade e os tucanos espertos vão para o banco dos reservas...kkkkk
(p.gomes@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Ana Maria Nogueira Pinto Quintanilha (Facebook): Sem comentários!

Anônimo disse...

Eunice Lima (Facebook): Ufa! Ainda bem que temos você para nos explicar o funcionamento dessa maracutáia. Precisamos de sangue novo.

Anônimo disse...

Dulce Eugenia Oliveira (Facebook): É, os grandes líderes já se foram....e o Fernando Henrique Cardoso, sozinho não consegue unir as cabeças !!!

Anônimo disse...

Vejam como é a vida... O ex-governador Mário Covas sabia que no PSDB tem mais cacique do que índio. Assim, escolheu para ser seu vice um inexpressivo deputado de Pindamonhangaba chamado Geraldo Alckmin... Ele não queria “sombra”...
E, de repente não mais que de repente, o Alckmin vira governador com o falecimento do Covas. Mas o Alckmin não tem o gabarito do Covas ou do Serra, é modesto, tímido e é chamado de “sorvete de chuchu”, pois é inexpressivo mesmo.
Como ele é médico, costuma chamar médicos para cargos de grande importância. Na presidência do PSDB estadual, colocou um médico de Bauru, deputado estadual, descendente de árabes. Pedro Tobias, que fala o português com dificuldade, não tem bom relacionamento, não é simpático tanto que nunca conseguiu colocar o PSDB na Prefeitura de Bauru: perde uma eleição atrás da outra...
Agora, para presidir o PSDB da capital e dar uma rasteira no grupo do Serra, foi buscar outro médico do interior, ligado ao José Aníbal (que sempre foi um problema no partido por sua falta de desconfiômetro e inveja das grandes lideranças), ex-deputado estadual Milton Flávio que está acomodado na secretaria de energia, talvez no setor ambulatorial...kkkk
Esse é o resultado que o ex-governador Covas legou para o presente e que será o enterro do PSDB num futuro próxmo... (jair.castro66@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Antonina Mendonça (Facebook): Concordo com a Ana Maria. Sem comentários!!

Anônimo disse...

Antonio De Oliveira Moruzzi Um dos traíras ...é bem conhecido ...lembra?

Armando Moraes Delmanto: Lembro-me muito bem. É vinho de outra pipa... Já tem currículo formado...rsrsrs

Anônimo disse...

Olha, Delmanto, seu post está certíssimo! Veja o relato do “acordo/traíra”:
“Os três romperam acordo firmado entre o governador, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Andrea, segundo o qual o vereador seria eleito presidente e os demais cargos da sigla seriam divididos entre os grupos de Semeghini, Aníbal e Covas”
E o ex-presidente FHC (o único que tem uma visão republicana do PSDB) deixou claro que:
“a dissolução do trato se deu durante votação tumultuada. Matarazzo retirou a candidatura e o ex-deputado Milton Flávio, hoje funcionário de Aníbal na secretaria, foi eleito por aclamação.”
“Ontem, FHC, chamou o episódio de "lamentável". "Havia acordo. Conversei com o governador e ele disse que estava satisfeito, que seria uma divisão de todas as forças."
Esse é o nosso país. Essa é a oposição que quer vencer o PT unido e fisiológico e que tem o PMDB/fisiológico como parceiro...MISSÃO IMPOSSÍVEL!!!
(pinto.rodolfo28@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Joana Sant'Iago (Facebook): pois é...

Anônimo disse...

É conhecida a história política do ex-deputado Milton Flávio. Convidado para ser secretário da saúde do município de Botucatu, após muita mobilização do pessoal amigo da UNESP, foi nomeado pelo então prefeito Jamil Cury.
Nomeado, passou a ser de uma fidelidade e de uma presteza impressionantes. O prefeito resolveu lançá-lo candidato a deputado estadual. Mas ele não era conhecido, assim o prefeito Cury o elegeu.
Eleito, manteve uma distância gigantesca do prefeito de Botucatu, ficando praticamente inimigo dele.
Nunca mais se reelegeu, só conseguindo uma “boquinha” com deputados que iam para secretarias de estado ou eram eleitos para prefeituras...
É especialista em traição, é traíra com PHD...
Agora, foi para a capital onde ainda não tem a “ficha política” dele.
É só aguardar... Já começou como “testa de ferro” da grande traição na convenção do PSDB da capital.
Atenção. Cuidado. O “cara” é carreirista...
(luisroberto-souza@yahoo.com.br)

Expedito Gonçalves Dias disse...

Gostei da análise.
E até compartilhei no face e google +. Abraços!

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